Vinyl na Veia
Depois de um tempo de reclusão e período sabático, resolvi redescobrir a noite de sampa. A partir de ontem decidi que é hora de voltar para a farra. Chega de ficar em casa esperando o sapatinho de cristal voltar. A realidade é que ele não vai voltar. Pelo menos não por enquanto.
O príncipe encantado também está por ai redescobrindo a vida e olhando para algumas irmãs, nada boazinhas, da Cinderela.
Meu terapeuta insiste em dizer que a minha crise dos 30 chegou aos 29. Pode ser. No momento é difícil saber. Na realidade fiquei tempo demais fazendo tudo certo. Estudando, trabalhando, pensando menos em garotos do que deveria e tentando reduzir ao mínimo as minhas experiências afetivas. Tudo isso que te ensinam e você acaba levando como verdade por muitos anos. Duas palavras: Crap! Shit!
Já estava há algum tempo sem beber e mais tempo ainda sem sair para uma boa balada, até que reuni alguns amigos e dançamos a noite inteira na Vinyl. A desculpa: Halloween! O lugar é 10: gente bonita e boa música. Muita gente não é fã dos ritmos mais velhinhos de 80 e 90, mas nada que uma sensacional mixagem não te leve para as pistas.
Confesso que misturar vodka e champangne não é nada bom no dia seguinte. Parece até que eu nunca bebi, afinal destilado e fermentado não se misturam. Mas a ressaca está valendo. Alias, ela me levou a falar para meu ex-rolo enrolado que eu estava afim de beija-lo....tudo bem, continua valendo.
Para encerrar a noite, nada que um bom beijo, num delicioso desconhecido, moreno e de belos olhos azuis, não seja aquela chave de ouro. O que conta é que não dá mais para esperar, porque provavelmente o cara certo, não deve estar tão certo assim. E o melhor de tudo, ficar com os errados, sem qualquer envolvimento, poupa o desgaste emocional.
Se eu preciso de ar, também preciso de beijo e champangne.
O príncipe encantado também está por ai redescobrindo a vida e olhando para algumas irmãs, nada boazinhas, da Cinderela.
Meu terapeuta insiste em dizer que a minha crise dos 30 chegou aos 29. Pode ser. No momento é difícil saber. Na realidade fiquei tempo demais fazendo tudo certo. Estudando, trabalhando, pensando menos em garotos do que deveria e tentando reduzir ao mínimo as minhas experiências afetivas. Tudo isso que te ensinam e você acaba levando como verdade por muitos anos. Duas palavras: Crap! Shit!
Já estava há algum tempo sem beber e mais tempo ainda sem sair para uma boa balada, até que reuni alguns amigos e dançamos a noite inteira na Vinyl. A desculpa: Halloween! O lugar é 10: gente bonita e boa música. Muita gente não é fã dos ritmos mais velhinhos de 80 e 90, mas nada que uma sensacional mixagem não te leve para as pistas.
Confesso que misturar vodka e champangne não é nada bom no dia seguinte. Parece até que eu nunca bebi, afinal destilado e fermentado não se misturam. Mas a ressaca está valendo. Alias, ela me levou a falar para meu ex-rolo enrolado que eu estava afim de beija-lo....tudo bem, continua valendo.
Para encerrar a noite, nada que um bom beijo, num delicioso desconhecido, moreno e de belos olhos azuis, não seja aquela chave de ouro. O que conta é que não dá mais para esperar, porque provavelmente o cara certo, não deve estar tão certo assim. E o melhor de tudo, ficar com os errados, sem qualquer envolvimento, poupa o desgaste emocional.
Se eu preciso de ar, também preciso de beijo e champangne.

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